terça-feira, 1 de junho de 2010

Chaise Vide


Poignées de peur mon âme,
Et je crier à l'injustice par la mort!
La mort ravageait mon âme,
Et je pleure de crainte ignoble!


Je ne sais pas si la peur est la joie
Et si c'est le cas, la mort n'est pas éphialtès,
Mais je sais que si je ne monticule,
Que faire si je ne crains pas,
Sneaking sortir de ma prison!


Crie mon nom
Et je crains que vous tuer!
Crie mon nom
Et ma mort vous en tirer!

terça-feira, 18 de maio de 2010


Vaya ...
Ir y hacer que mi carga
para transportarlo de nuevo
porque la carga ...
es una vergüenza ...
es la miseria!
Y yo,no tenía nada
Yo ruego por ello.
Pero no más!
Ustedes que son sus seres queridos,
a su vez leen volver al tirano vano,
Les puedo proteger a su bebé.
Te acuerdas de mí?
Yo era un favor!

Porquê?

Porquê?
Porque não me ouves vociferar?

Porquê?
É o meu sofrimento,
invisível aos teus olhos?

Porquê?
Não me ouves chorar?

Porquê?
É a minha opressão,
assim tão insignificante?

Porquê!

Porquê?
Para ser quem?
Ou o quê, afinal?

Porquê?
Porque não me libertas
destas trevas?


Porquê?
Porque não libertas
desta agnosia?

Porquê?
Porque não me libertas
desta submissão?

Porquê?

Porquê!?
Porque não olhaste para mim,
Não viste a minha amotinação!

O Homem e o Mundo Pt.1


No mundo animal, apesar de cada espécie ter um padrão de comportamento próprio, na maioria baseia-se na preservação de uma população unida e que leva uma comunidade equilibrada, algo, que já não é seguido pelo Homem.
Os humanos estão ininterruptamente em contacto uns com os outros, pela Internet, telemóveis, telefones… mas, nunca estiveram tão sós como agora. E enquanto não destruírem tudo à sua volta, não estarão satisfeitos.
Os humanos tem vindo a escravizar os animais, a alimentarem-se deles (assassinando-os mais do que necessário), a entreterem-se ás suas custas, quer seja para desportos como a caça, ou para jardins zoológicos ou circos.
É evidente que isto é só o início!
Se olharmos para a evolução, poderemos observar que quanto mais o Homem evoluía, mais o mundo era sacrificado, a partir do momento em que Homem apareceu, as outras espécies animais foram totalmente rebaixadas.
Isto não está certo!Os animais não deveriam ser reduzidos a lixo descartável.

Para rematar, os humanos são os seres mais indecorosos que qualquer Deus alguma vez fez.
Não deveriam ter o direito a existir, e todas as outras espécies animais estariam melhor sem eles.

terça-feira, 4 de maio de 2010

God's World




I wanna live in a world


without a God.



I wanna live in a world


without hapiness.


In a world


without sadness.



I wanna live in world


without a God.



I wanna live in a world


where i don't have to prove


that i deserve to live.


I wanna live in a world


where i don't have to pay


to exist.



I wanna live in a world


without a God.



I don't wanna play this game anymore.



I wanna live in a world


without a God.

quinta-feira, 29 de abril de 2010


A humanidade corrompeu-se,

e estes são os frutos da minha cólera…

“Tens medo”

...vai-te embora…

…tu deixas-me doente…

“Tens medo” “Tens medo”

…ao contrário de ti…

…não temerei a morte,

“Tens medo” “Tens medo” “Tens medo” “Tens medo”

…mas hoje…

…hoje temerei!

“Não compreendes? “Não compreendes? “Não compreendes? “Não compreendes?

“Não compreendes? “Não compreendes? “Não compreendes? “Não compreendes?

Oh munda cruel,

afoga-te nas minhas mágoas…

“Não compreendes? “Não compreendes? “Não compreendes? “Não compreendes?

“Não compreendes? “Não compreendes? “Não compreendes? “Não compreendes?

“Não compreendes? “Não compreendes? “Não compreendes? “Não compreendes?

“Não compreendes? “Não compreendes? “Não compreendes? “Não compreendes?

…pois a tua utopia…

enoja-me!

“Não compreendes? “Não compreendes? “Não compreendes? “Não compreendes

“Não compreendes? “Não compreendes? “Não compreendes? “Não compreendes?

“Não compreendes? “Não compreendes? “Não compreendes? “Não compreendes?

“Não compreendes? “Não compreendes? “Não compreendes? “Não compreendes?

“Não compreendes? “Não compreendes? “Não compreendes? “Não compreendes?

“Não compreendes? “Não compreendes? “Não compreendes? “Não compreendes

“Não compreendes? “Não compreendes? “Não compreendes? “Não compreendes?

“Não compreendes? “Não compreendes? “Não compreendes? “Não compreendes?

Está dentro de todos nós,

“Não compreendes? = Tens medo”

Tal como o loucura…

terça-feira, 27 de abril de 2010

Insuportável


Está escuro.

Ouço um som,
Um eco, um compasso intimidante.
Terei fenecido finalmente?
Terei sido engolido na perversão
Que se encenava em mim?

Não!
Não é isso.

Não me consigo mexer.

O eco, o compasso intimidante
É desnorteado…
Ouço um som,
Acho que é um grito.
Um grito que clama auxilio,
Um grito aterrado.

E está escuro.
E não me consigo mexer.

O eco, o compasso intimidante,
Está agora acelerado e … descompassado,
Como um poema sem rima...
É uma música desafinada,
De uma valsa,
Dançada por pares submissos,
Quem toca,
É o meu débil coração,
E toca…
Porque tem medo…

Há medo…
E ouve-se um grito…
E está escuro…
E não me consigo mexer…

Insuportável!

Telefonema


Eu tomnoção, de algo que está recôndito de ti.
Ouves a minha risada?
É porque não te vou contar.
Algumas coisas não podem ser reveladas por telefone, não estão deliberadas a acontecer, porém ao mesmo tempo, alguns devaneios nunca morrem.
_Estou a ouvir os sinos.
_Sinos?
_Espanta-me que não sejas capaz de os ouvir. As circunstâncias encontram-se convenientes hoje, deverias ouvi-los.
_Eu não ouço nada.
_É uma igreja. Talvez seja um casamento. Ou talvez…
_Eu não ouço nada.
O mundo não gira á tua volta, e já nada consta como tu projectaste. Mas alguma vez constou?
São só conjecturas de uma mente pretensiosa que, já não se recorda de como é sentir, na pele, o imutável das ondas imaculadas do mar…imaculada…é essa a palavra correcta?
Eu sei para onde esta conversa se dirige, tu levaste-nos até aqui, eu não vou deixar-te arruinar tudo. Eu odeio-te! Não arruínes tudo.
O mundo é um espaço questionável. Eu nunca tive intenção de cogitar nisso, mas tu estavas sempre a desvendar-mo á tua maneira. Eu tomei noção de coisas que me faziam sentir quente e protegido, e coisas que há muito tempo eu tinha olvidado… como a dor.
Eu tomei noção, de algo que está recôndito de ti.
Ouves a minha risada?
É porque não te vou contar.
_Desde o dia em que nasceste, alguma vez expressaste a verdade?
_Do que é que estás a falar? É verdade que ás vezes divago mentiras. Porém, não existe nenhum ser humano que nunca tenha dito uma mentira. As pessoas não são perfeitas e toda a gente mente. Mas eu jamais diria uma mentira que pudesse aguilhoar aqueles que amo.
Uma resposta digna de ti. Simples e imaculada…imaculada…é essa a palavra correcta?
No meio de um tumulto tão perturbador controverto-me se…eu fiz bem em ligar-te?
Não! Sei que não, contudo, nada do que actuei teve razão de ser… eu reconheço que só queria ouvir a tua voz. Mas só isso!
Não podemos trespassar essa linha. Não faria sentido. O meu espírito azulou num disfarce de negrume voluptuoso, que constrange consigo a minha humanidade.
Tu sabias ininterruptamente o que eu tencionava, o que eu careciava… e tu davas-mo constantemente.
O mundo não ronda á minha volta, e já nada consta como eu projectei. Mas alguma vez constou?
São só prognósticas de uma mente vaidosa que, já não se recorda de como é sentir, na pele, o imutável dos raios imaculados do sol…imaculado…é essa a palavra correcta?
Apenas aguarda e verás, todo o teu labutar esboroar-se. Eu não consistirei lá para antever. Mas sem hesitação, que nos veremos quando tivermos que ajustar contas.
Talvez um dia não seja assim… talvez… tu…e eu …defrontemos o que arruinamos… os espíritos azulados numa dissimulação de escuridão libidinosa, que recruta consigo a nossa humanidade.
_Desliga o telefone.
_ Não quero. Não posso…
_ Uma pessoa que não consegue vencer um jogo, ou resolver um puzzle, não passa de um perdedor.
_ Isso significa que ganhas-te!?
Eu tomei noção, de algo que está recôndito de ti.
Ouves a minha risada?
É porque não te vou contar.
Algumas coisas não podem ser patenteadas por telefone, não estão destinadas a acontecer, porem ao mesmo tempo, alguns sonhos nunca morrem.
Perdeste… já não és como eu.
_Tu não ouves os sinos...ei


Este dia podia ser descrito como um dia azedo, inútil, irritante a ter de viver. Era dia de visita de estudo e, para quem não ia, conjecturava um dia de aulas sem os amigos.
Os corredores do edifício estavam vazios, e o eco avultava de volta ao rapaz de camisola ás riscas. Onde se achavam todos?
Os mistérios não são uma coisa tão complicada como se diz, e era momenta de o desvendar … se ele tivesse resolução.
O destino é uma coisa singular, talvez até mais que a concepção humana, talvez menos. O que leva alguém a compor algo quando, no seu intimo submergido, sabe que é errado?
Sozinho no final da tarde, ás voltas pela escola, é um perigo arriscar-se assim… ninguém… o eco já não subsiste… só a sonância dos carros… cinco horas e 15 minutos, e somente se atende… a sonância dos carros… e um riso macabro…
À ultima volta da escada em caracol olhou no alto do céu negro, muito liso após o temporal de chuva, o cheiro a terra húmida impregnava-se nas suas narinas, o campo de futebol, ele podia ir jogar, mas não havia ninguém com ele.
Todos os dias, ele ia á escola, e encontrava-a desguarnecida. Dia após dia, após dia. E aquele dia parecia estar mais pachorrento. Onze horas e 37 minutos. Inexequível! O sol ainda nem se tinha posto e os carros… não se ouvia, sequer ao aquém, a sonância dos carros…
Os educandos andavam mansamente pelos corredores. Eram seis e meia. Não havia visita de estudo, pessoas extraviadas, chuva, eco… nada. Poderia ter tudo sido um devaneio. O destino é uma coisa singular, talvez até mais que a concepção humana, talvez menos. Nada levaria aquele rapaz a compor algo, quando, no seu intimo submergido, sabe que é errado.
Um sonho?...Será?
O rapaz achou aquilo impossível, mas que remédio teve senão pôr-se a caminho, não tencionava ser punido pela mãe caso chega-se tardiamente a casa.
O rapaz de camisola às riscas não podia expressar, sentia-se vazio, fundeado num mar de negrume só dele, sentia o cheiro a terra húmida impregnado nas suas narinas, a sonância dos carros…e ao longe…
Um riso macabro.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Socorro!


“Mamã, mamã! Anda! “Mamã, mamã! Anda!” – ainda escutava aquele estrépito na minha cabeça, a voz dos meus filhos no ringtone do meu telemóvel.

“Mamã, mamã! Anda!” – o ar escasseava dentro do carro. As janelas estão fechadas e as portas trancadas, e mesmo com o carro selado, as águas que entravam, empeçavam.

“ Mamã, mamã!...”.

O meu carro despenhou-se no lago e afundou-se.

Não foi assim que eu congeminei a minha…

Não!

Ainda não!

Eu não fui feita, para falecer a sufocar!

Eu não me quero afogar!

Eu não tenho intenção de desaparecer!

Eu não vivi, para morrer!

terça-feira, 20 de abril de 2010

Anjos



Humanos indecorosos
A minha vida está por um fio.
Por entre os escombros da decessa
De que vos serve rezar por rectidão.
O pânico envolverá o vosso alento,
E assim não mais serão acautelados os meus gritos de cólera.

Será esta crença de viver
Daqueles que já não têm rectidão?
Eu não compreendo.
Quantos mais jazigos são precisos
Para se darem conta da obscenidade dos vossos actos
Ao degradar a vida por meros prazeres.

Com essas asas usurpadas
Tu não podes voar!
É esta a verdadeira natureza?
Ou humanidade que me tentas incumbir?

Não devo jamais acreditar em anjos…

terça-feira, 13 de abril de 2010

First Ring...

Este Blog foi criado com o objectivo primário de passar a "Área de Projecto", porém será usado para todo o tipo de fins mais sinistros!