
Eu tomnoção, de algo que está recôndito de ti.
Ouves a minha risada?
É porque não te vou contar.
Algumas coisas não podem ser reveladas por telefone, não estão deliberadas a acontecer, porém ao mesmo tempo, alguns devaneios nunca morrem.
_Estou a ouvir os sinos.
_Sinos?
_Espanta-me que não sejas capaz de os ouvir. As circunstâncias encontram-se convenientes hoje, deverias ouvi-los.
_Eu não ouço nada.
_É uma igreja. Talvez seja um casamento. Ou talvez…
_Eu não ouço nada.
O mundo não gira á tua volta, e já nada consta como tu projectaste. Mas alguma vez constou?
São só conjecturas de uma mente pretensiosa que, já não se recorda de como é sentir, na pele, o imutável das ondas imaculadas do mar…imaculada…é essa a palavra correcta?
Eu sei para onde esta conversa se dirige, tu levaste-nos até aqui, eu não vou deixar-te arruinar tudo. Eu odeio-te! Não arruínes tudo.
O mundo é um espaço questionável. Eu nunca tive intenção de cogitar nisso, mas tu estavas sempre a desvendar-mo á tua maneira. Eu tomei noção de coisas que me faziam sentir quente e protegido, e coisas que há muito tempo eu tinha olvidado… como a dor.
Eu tomei noção, de algo que está recôndito de ti.
Ouves a minha risada?
É porque não te vou contar.
_Desde o dia em que nasceste, alguma vez expressaste a verdade?
_Do que é que estás a falar? É verdade que ás vezes divago mentiras. Porém, não existe nenhum ser humano que nunca tenha dito uma mentira. As pessoas não são perfeitas e toda a gente mente. Mas eu jamais diria uma mentira que pudesse aguilhoar aqueles que amo.
Uma resposta digna de ti. Simples e imaculada…imaculada…é essa a palavra correcta?
No meio de um tumulto tão perturbador controverto-me se…eu fiz bem em ligar-te?
Não! Sei que não, contudo, nada do que actuei teve razão de ser… eu reconheço que só queria ouvir a tua voz. Mas só isso!
Não podemos trespassar essa linha. Não faria sentido. O meu espírito azulou num disfarce de negrume voluptuoso, que constrange consigo a minha humanidade.
Tu sabias ininterruptamente o que eu tencionava, o que eu careciava… e tu davas-mo constantemente.
O mundo não ronda á minha volta, e já nada consta como eu projectei. Mas alguma vez constou?
São só prognósticas de uma mente vaidosa que, já não se recorda de como é sentir, na pele, o imutável dos raios imaculados do sol…imaculado…é essa a palavra correcta?
Apenas aguarda e verás, todo o teu labutar esboroar-se. Eu não consistirei lá para antever. Mas sem hesitação, que nos veremos quando tivermos que ajustar contas.
Talvez um dia não seja assim… talvez… tu…e eu …defrontemos o que arruinamos… os espíritos azulados numa dissimulação de escuridão libidinosa, que recruta consigo a nossa humanidade.
_Desliga o telefone.
_ Não quero. Não posso…
_ Uma pessoa que não consegue vencer um jogo, ou resolver um puzzle, não passa de um perdedor.
_ Isso significa que ganhas-te!?
Eu tomei noção, de algo que está recôndito de ti.
Ouves a minha risada?
É porque não te vou contar.
Algumas coisas não podem ser patenteadas por telefone, não estão destinadas a acontecer, porem ao mesmo tempo, alguns sonhos nunca morrem.
Perdeste… já não és como eu.
_Tu não ouves os sinos...ei
Ouves a minha risada?
É porque não te vou contar.
Algumas coisas não podem ser reveladas por telefone, não estão deliberadas a acontecer, porém ao mesmo tempo, alguns devaneios nunca morrem.
_Estou a ouvir os sinos.
_Sinos?
_Espanta-me que não sejas capaz de os ouvir. As circunstâncias encontram-se convenientes hoje, deverias ouvi-los.
_Eu não ouço nada.
_É uma igreja. Talvez seja um casamento. Ou talvez…
_Eu não ouço nada.
O mundo não gira á tua volta, e já nada consta como tu projectaste. Mas alguma vez constou?
São só conjecturas de uma mente pretensiosa que, já não se recorda de como é sentir, na pele, o imutável das ondas imaculadas do mar…imaculada…é essa a palavra correcta?
Eu sei para onde esta conversa se dirige, tu levaste-nos até aqui, eu não vou deixar-te arruinar tudo. Eu odeio-te! Não arruínes tudo.
O mundo é um espaço questionável. Eu nunca tive intenção de cogitar nisso, mas tu estavas sempre a desvendar-mo á tua maneira. Eu tomei noção de coisas que me faziam sentir quente e protegido, e coisas que há muito tempo eu tinha olvidado… como a dor.
Eu tomei noção, de algo que está recôndito de ti.
Ouves a minha risada?
É porque não te vou contar.
_Desde o dia em que nasceste, alguma vez expressaste a verdade?
_Do que é que estás a falar? É verdade que ás vezes divago mentiras. Porém, não existe nenhum ser humano que nunca tenha dito uma mentira. As pessoas não são perfeitas e toda a gente mente. Mas eu jamais diria uma mentira que pudesse aguilhoar aqueles que amo.
Uma resposta digna de ti. Simples e imaculada…imaculada…é essa a palavra correcta?
No meio de um tumulto tão perturbador controverto-me se…eu fiz bem em ligar-te?
Não! Sei que não, contudo, nada do que actuei teve razão de ser… eu reconheço que só queria ouvir a tua voz. Mas só isso!
Não podemos trespassar essa linha. Não faria sentido. O meu espírito azulou num disfarce de negrume voluptuoso, que constrange consigo a minha humanidade.
Tu sabias ininterruptamente o que eu tencionava, o que eu careciava… e tu davas-mo constantemente.
O mundo não ronda á minha volta, e já nada consta como eu projectei. Mas alguma vez constou?
São só prognósticas de uma mente vaidosa que, já não se recorda de como é sentir, na pele, o imutável dos raios imaculados do sol…imaculado…é essa a palavra correcta?
Apenas aguarda e verás, todo o teu labutar esboroar-se. Eu não consistirei lá para antever. Mas sem hesitação, que nos veremos quando tivermos que ajustar contas.
Talvez um dia não seja assim… talvez… tu…e eu …defrontemos o que arruinamos… os espíritos azulados numa dissimulação de escuridão libidinosa, que recruta consigo a nossa humanidade.
_Desliga o telefone.
_ Não quero. Não posso…
_ Uma pessoa que não consegue vencer um jogo, ou resolver um puzzle, não passa de um perdedor.
_ Isso significa que ganhas-te!?
Eu tomei noção, de algo que está recôndito de ti.
Ouves a minha risada?
É porque não te vou contar.
Algumas coisas não podem ser patenteadas por telefone, não estão destinadas a acontecer, porem ao mesmo tempo, alguns sonhos nunca morrem.
Perdeste… já não és como eu.
_Tu não ouves os sinos...ei
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