
Está escuro.
Ouço um som,
Um eco, um compasso intimidante.
Terei fenecido finalmente?
Terei sido engolido na perversão
Que se encenava em mim?
Não!
Não é isso.
Não me consigo mexer.
O eco, o compasso intimidante
É desnorteado…
Ouço um som,
Acho que é um grito.
Um grito que clama auxilio,
Um grito aterrado.
E está escuro.
E não me consigo mexer.
O eco, o compasso intimidante,
Está agora acelerado e … descompassado,
Como um poema sem rima...
É uma música desafinada,
De uma valsa,
Dançada por pares submissos,
Quem toca,
É o meu débil coração,
E toca…
Porque tem medo…
Há medo…
E ouve-se um grito…
E está escuro…
E não me consigo mexer…
Insuportável!
Ouço um som,
Um eco, um compasso intimidante.
Terei fenecido finalmente?
Terei sido engolido na perversão
Que se encenava em mim?
Não!
Não é isso.
Não me consigo mexer.
O eco, o compasso intimidante
É desnorteado…
Ouço um som,
Acho que é um grito.
Um grito que clama auxilio,
Um grito aterrado.
E está escuro.
E não me consigo mexer.
O eco, o compasso intimidante,
Está agora acelerado e … descompassado,
Como um poema sem rima...
É uma música desafinada,
De uma valsa,
Dançada por pares submissos,
Quem toca,
É o meu débil coração,
E toca…
Porque tem medo…
Há medo…
E ouve-se um grito…
E está escuro…
E não me consigo mexer…
Insuportável!
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