
“Mamã, mamã! Anda! “Mamã, mamã! Anda!” – ainda escutava aquele estrépito na minha cabeça, a voz dos meus filhos no ringtone do meu telemóvel.
“Mamã, mamã! Anda!” – o ar escasseava dentro do carro. As janelas estão fechadas e as portas trancadas, e mesmo com o carro selado, as águas que entravam, empeçavam.
“ Mamã, mamã!...”.
O meu carro despenhou-se no lago e afundou-se.
Não foi assim que eu congeminei a minha…
Não!
Ainda não!
Eu não fui feita, para falecer a sufocar!
Eu não me quero afogar!
Eu não tenho intenção de desaparecer!
Eu não vivi, para morrer!
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